Belo Horizonte nasceu planejada. Suas avenidas largas, praças geométricas e prédios imponentes revelam um projeto de cidade moderna para o fim do século XIX. Mas BH foi muito além do traçado original: incorporou novos estilos, abraçou a arte, reinventou espaços e construiu uma identidade própria. Marcada pela mineiridade, pela hospitalidade e por uma arquitetura cheia de significado.
Conhecer a capital mineira é descobrir importantes capítulos da história. E é justamente essa experiência que o Sistema Fecomércio MG proporciona por meio dos passeios oferecidos pelo Sesc Mercado das Flores.
Vamos falar sobre dois roteiros que conectam passado e presente em experiencias acessíveis e mediadas por profissionais de turismo.
Roteiro 1 – Mineiridades e Cultura: Praça da Liberdade, Palácio e Museu Mineiro
O passeio começa no Sesc Mercado das Flores e segue para a Praça da Liberdade, um dos principais símbolos da história de Belo Horizonte. Planejada para ser o centro do poder estadual, a praça está rodeada por edifícios de influência neoclássica que abrigam importantes espaços culturais.
Em seguida, a visita continua no Palácio da Liberdade, inaugurado em 1898 e antiga sede do governo de Minas Gerais. O roteiro inclui a apreciação de ambientes internos preservados e dos jardins projetados com influência francesa.
A experiência se completa no Museu Mineiro, instalado em um prédio que já foi sede do Senado. Com acervo de mais de 3.500 peças — entre imagens sacras, mobiliário, moedas, armas e a coleção da Pinacoteca do Estado — o espaço oferece um panorama da formação cultural mineira.
Roteiro 2 – Pampulha de Niemeyer: arte, curvas e paisagem
Se a Praça da Liberdade representa a origem planejada da capital, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha simboliza a ousadia moderna que projetou BH para o mundo.

O passeio panorâmico inclui vista para o Mineirão, o Mineirinho e o Iate Tênis Clube, marcos do desenvolvimento urbano e esportivo da capital. Na sequência, há parada na Igreja São Francisco de Assis, a Igrejinha da Pampulha. Projetado por Oscar Niemeyer, com painéis de Cândido Portinari e jardins de Burle Marx, o conjunto é reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade.
O roteiro se encerra na Casa do Baile, inaugurada em 1943 como espaço de dança popular e hoje Centro de Referência em Arquitetura, Urbanismo e Design. Localizada em uma ilha artificial às margens da lagoa, a edificação traduz a integração entre arquitetura e paisagem.
Descubra BH com o Sesc
Os dois roteiros mostram diferentes fases da história de Belo Horizonte: da cidade planejada do século XIX à ousadia modernista da Pampulha. Com transporte e acompanhamento de guia, o Sesc em Minas convida você a vivenciar BH de um jeito diferente e se (re)encantar pela cidade.
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